curso mecanica Automotiva

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Melhor curso de mecanica automotiva

Com o Curso de Mecânica de Automóvel você aprenderá de forma fácil e descomplicada. com esse e-book digital você vai aprender sobre: suspensão, anéis de trava, rebites, engrenagens, bomba de óleo, análise de defeitos, tipos de motores, ordem de ignição, sistema de combustível, manutenção de motores e muito mais.

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Você vai aprender todo sobre:

Motor de combustão interna 

Motor de combustão interna é uma máquina térmica que transforma a energia proveniente de uma reação química em energia mecânica. O processo de conversão se dá através de ciclos termodinâmicos que envolvem expansão, compressão e mudança de temperatura, aprenderá em prática no curso mecanica Automotiva

subsistema de lubrificação 

subsistema de lubrificação híbrido, com autorecuperação, para uma caixa de engrenagem de transmissão principal inclui um decantador que é fabricado como uma extensão estrutural solidária da caixa de engrenagens de modo que o nível de fluido dinâmico do agente lubrificante no decantador seja uma distância predeterminada acima do fundo (18) da caixa de engrenagens. A descontinuidade radial entre os segmentos cilíndrico (22) e de garganta (26) em combinação definem uma entrada de tubeira (28) que é operante para dirigir o transbordamento do agente lubrificante coletado no fundo na caixa de engrenagem para um outro decantador com um nível de fluido mais elevado, por intermédio de uma tubeira (60). A interação entre a superfície periférica da chapa portadora planetária anular rotativa com a parede lateral modificada estruturalmente da caixa de engrenagens exerce uma ação de bombeamento viscoso sobre o agente lubrificante escoe através dos mesmos e seja transportado através da tubeira (60) para um nível superior.

Subsistema conjunto móvel   

O conjunto móvel é formado pelas bielas, êmbolos, anéis e árvore de manivelas e transforma os movimentos retilíneos alternados dos êmbolos em rotação da própria árvore de manivelas.

Para explicar o funcionamento do motor, abordaremos o funcionamento de um cilindro. Cada um deles tem, no mínimo, duas válvulas: • Admissão: permite a entrada da mistura de ar/combustível;

• Escapamento: permite a passagem dos gases queimados para a descarga.

A abertura e o fechamento dessas válvulas são feitos de forma sincronizada com os movimentos dos êmbolos, que se repetem em uma ordem determinada. Cada movimento do êmbolo é chamado de tempo e corresponde a meia volta da árvore de manivelas.

Há motores que completam seu ciclo de trabalho com dois movimentos dos êmbolos, ou seja, uma volta da árvore de manivelas: são os motores de dois tempos. Outros motores são de quatro tempos, ou seja, completam seu ciclo de trabalho com quatro tempos, ou a cada duas voltas da árvore de manivelas.

sistema de arrefecimento

O sistema de arrefecimento é composto por algumas peças que fazem o papel de reduzir temperatura e fazer a troca de calor, contribuindo com a eficiência energética e redução do desgaste das peças móveis do motor.

O sistema é composto por algumas peças móveis agregadas ao motor e algumas peças, como bloco e cabeçote, que fazem parte do próprio estrutural do motor.
O sistema conta primeiramente com uma bomba de água que está alojada ao motor, no bloco, e funciona com o princípio de bombeamento.

sistema de ignição

O sistema de ignição de seu veículo deve trabalhar em perfeita harmonia com o resto do motor. O objetivo é que o combustível seja queimado exatamente no momento certo, de modo que os gases em expansão possam produzir o maior trabalho possível. Se o sistema de ignição gerar a centelha no momento errado, a potência diminuirá e o consumo de combustível e as emissões de gases poderão aumentar.

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Quando a mistura ar-combustível queima dentro do cilindro, a temperatura aumenta e o combustível é transformado em gases queimados. Essa transformação faz com que a pressão no cilindro aumente muito e o pistão seja forçado para baixo.

Para obter melhor torque e potência do motor, deve-se maximizar a pressão no cilindro durante o curso útil. A maximização da pressão também aumenta a eficiência do motor, o que significa que se obterá o menor consumo de combustível. O ponto de ignição é crítico para que tudo funcione como planejado.

Existe um pequeno retardo em relação ao tempo em que ocorre a centelha e o tempo em que toda a mistura ar-combustível é queimada e a pressão no cilindro atinge o nível máximo. Se a centelha ocorre exatamente quando o pistão atinge o final do curso de compressão, o pistão já vai ter se movido um pouco para baixo no sentido do curso de potência antes que os gases no cilindro atinjam o pico de pressão.

Para utilizar o combustível da melhor maneira, a centelha deve ocorrer antes que o pistão atinja o final do curso de compressão, de modo que no momento em que o pistão comece a descer em direção ao curso de potência, a pressão esteja alta o suficiente para começar a produzir trabalho útil.

Trabalho = Força x Distância

Em um cilindro:

  • Força = pressão x área do pistão
  • Distância = curso do pistão

Então, quando nos referimos a cilindros, trabalho = pressão x área do pistão x curso do pistão. Como o curso e a área do pistão são fixos, a única maneira de maximizar o trabalho é aumentando a pressão.

O momento da ignição é importante e pode ser adiantado ou atrasado, dependendo das condições.

O tempo que a mistura ar-combustível leva para queimar é mais ou menos constante. A velocidade dos pistões é diretamente proporcional à rotação do motor. Isto significa que, quanto mais rápido o motor gira, mais cedo deve ocorrer a centelha. Isto é chamado de avanço de ignição: quanto maior a rotação do motor, maior o avanço necessário.

Outros objetivos, como minimizar as emissões, tornam-se prioridade quando não é necessária potência máxima. Isto pode ser acançado, por exemplo, atrasando a ignição (movendo a centelha para mais perto do fim do curso de compressão), reduzindo a pressão máxima no cilindro e a temperatura. A diminuição da temperatura ajuda a reduzir a formação de óxidos de nitrogênio (NOx), que são poluentes de emissões regulamentadas. Atrasando a ignição pode-se evitar também a detonação. Alguns carros possuem um sensor de detonação que faz isto automaticamente.

Vejamos agora os componentes que produzem a centelha.

A vela é bem simples em teoria: ela força o arco elétrico por uma abertura, como um raio. A eletricidade deve ter uma tensão muito alta para atravessar a abertura e criar uma boa centelha. A tensão em uma vela pode estar entre 40 mil e 100 mil volts.

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